domingo, 30 de agosto de 2009

Influenza A (H1N1)

Vídeo sobre a Influenza!!!


Eu recebi este vídeo do Centro Acadêmico da Unioeste, durante o período em que ficamos sem aulas. Achei muito interessante. Ele mostra algumas informações sobre o contágio, a prevenção e sobre a genética do vírus. O vídeo tem apenas 3 minutos, vale a pena. Espero que gostem.





Samara Anzolin
2º Período Publicidade e Propaganda - FAG
Comparação e Crítica das Mídias
Prof. Katiuscia Lopes



quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A Origem da Gripe

"A Origem da Gripe Suina"

Brincadeiras a parte, pesquisei um pouco a origem da gripe e venho trazer para voces:

Segundo o Wikipedia: "A pandemia de gripe de 2009 (inicialmente designada como gripe suína e em abril de 2009 como gripe A) é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009, veio a espalhar-se pelo mundo, tendo começado pela América do Norte, atingindo pouco tempo depois a Europa e a Oceania. O vírus foi identificado como Influenza A subtipo H1N1, uma variante nova da gripe suína. Ele contém ADN típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos."
"Em seres humanos, os sintomas de gripe A (H1N1) são semelhantes aos da gripe e síndroma gripal em geral, nomeadamente calafrios, febre, garganta dolorida, dores musculares, dor de cabeça forte, tosse, fraqueza, desconforto geral, e em alguns casos, náusea, vômito e diarreia...

O vírus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de vírus encontra-se sob investigação. Contudo, é certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação de carnes suínas cozidas. Cozinhar a carne de porco a 71 °C mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias."

Tambem descobri que o primeiro caso do virus foi em um garoto de 4 anos do Mexico, que morava perto de uma criação de porcos. Provavelmente foi ai que o virus se "transformou", se tornando "mais humano".

Houve uma outra linhagem do virus que causou uma pandemia nos anos 50. Depois disso o virus H1N1 só voltou a apareçer em 1976, e segundo o Wikipedia: "Depois de 1977, a gripe suína reapareceu anualmente."

Pesquisadores acreditam que algum laboratorio que possuia a linhagem do virus da década de 50 tenham deixado acidentalmente o virus escapar.


Espero que gostem e que ajude a informar mais o pessoal sobre essa gripe.
Peguei todas as informações do Wikipedia, lá tem bastante coisa sobre a gripe.

Texto por: Edmar Danilo Prigol Filho
2 Periodo Publicidade e Propaganda

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Panfleto Volta às Aulas FAG

Panfleto desenvolvido para mostrar algumas dicas que os alunos devem tomar nessa volta às aulas.

Desenvolvido por: Leonardo Neis
2º Período Publicidade e Propaganda - FAG
Materia: Comparação e Crítica das Mídias - Prof. Katiuscia Lopes

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Sistemática do blog

GRIPE A CASCAVEL
Este espaço servirá como um instrumento pedagógico complementar e auxiliar das aulas Comparação Crítica das Mídias ministradas na instituição de ensino FAG, nos curso de Comunicação Social pela professora Katiuscia Lopes. Aqui discutiremos, interagiremos e ainda teremos oportunidade de repor/agilizar o conteúdo das aulas das duas semanas em que, prevenindo a disseminação da gripe A em Cascavel, se impossibilitou as aulas presenciais. Desfrutem, curtam e participem. Enviem suas sugestões e trabalhos para o email gripeacascavel@gmail.com para serem postados nesse blog.

Combata o vírus

Olha que ideia interessante.
Para fomentar a consciência do mundo em relação a prevenção do vírus que vem assolando os países do globo: o chamado Influenza H1N1 - popularmente conhecido como "Gripe Suína", um grupo criou o site The Great Flu com um jogo em Flash onde o objetivo do jogador é controlar os vírus por meio da utilização de orçamentos governamentais, impedindo que a doença acabe se tornando uma pandemia assassina. O jogo tem seleção de retro-viroses por nível de dificuldade, e contém uma variada seleção de malefícios da saúde. Para jogar clique aqui.
Dentro da nossa proposta de exercício-avaliação (onde cada um, ou grupo de quatro pessoas deverão desenvolver uma campanha publicitária direcionada a um determinado público-alvo e cliente a serem escolhidos individualmente), vai aí uma dica para quem quiser fazer um jogo na versão brasileira.

Da difusão à ação comunicativa, o relacionismo

A epistemologia da Comunicação estuda hoje o surgimento (ou a necessidade latente desse surgimento) de outro paradigma, um modo diferente e criativo de ver, entender e fazer Comunicação. A proposta é ultrapassar a visão difusionista tradicional para a esfera de comunicação social, vista como estratégia central (e não de simples apoio). Vale dizer que mais do que uma mudança técnica, o desafio está na mentalidade dos profissionais de comunicação que precisam reverter a visão clássica unidirecional (e muitas vezes autoritária) da difusão do conhecimento especializado (que pressupõe a existência de uma sociedade de massa, pasteurizado e acéfala) para uma ação comunicativa sistêmica, de dupla mão, ou seja, da ciência para a sociedade e da sociedade para os cientistas, do emissor para o receptor e do receptor para o emissor. Trata-se de substituir a divulgação clássica por práticas comunicativas, quer dizer, passar do signo da difusão para o signo da comunicação de fato, substituindo a ideia de difusores/replicadores por mediadores, comunicadores.
No paradigma proposto como relacionista está em jogo a democratização plena das informações; a integração, convergência e complementaridade das mídias; a comunicação sociedade-ciência/reversão do fluxo difusionista (daí a importância da reportagem, do papel do comunicador que leva ao cientista as demandas da sociedade, da publicidade que conhece seu público-alvo); e novas linguagens: busca da grande narrativa inspirada na sempre renovadora arte (comunicador como agente cultural ou artista).

A herança difusionista na Comunicação

Difusionismo é o termo empregado para designar várias linhas teórico-metodológicas, de orientação funcionalista, surgidas nos Estados Unidos, a partir da década de 1940, sob o nome diffusion research, voltadas para a difusão de inovações tecnológicas no campo.
Historicamente, o difusionismo apresenta três versões sucessivas – Modelo de Difusão, Modelo de Programa de Pacotes e Modelo de Inovação – que contemplam desde a simples transmissão de mensagens até a comunicação com e entre todos os níveis de um país em processo de desenvolvimento agrícola. Influenciado no início pela Sociologia Rural, o difusionismo incorporou, na década de 1960, os estudos de Comunicação Social (KEARL, 1987).
No âmbito da Sociologia Rural, o difusionismo possui origem remota nos community studies (estudos de comunidade), desenvolvidos nos Estados Unidos para investigar a crise agrícola desencadeada pela Guerra Civil Americana (1861-1865). O arcabouço teórico desses estudos era fornecido, principalmente, pela obra do sociólogo alemão Ferdinand Tönnies (1855-1936), cujas idéias levaram à crença na existência de um continuum rural-urbano.
Após a Segunda Guerra Mundial, o processo de modernização tecnológica e a mercantilização das relações sociais no campo solaparam a base social e econômica da dicotomia rural-urbano. Desafiada pela nova realidade agrária, a Sociologia Rural norte-americana redirecionou seus esforços para a difusão das novas tecnologias e o estudo de seus impactos sobre os indivíduos. Com o desenvolvimento do difusionismo, o trabalho do sociólogo passou a ser concebido como um misto de pesquisa, assistência social e extensão rural.
Entretanto, no início dos anos de 1970, a diffusion research já havia se tornado alvo de diversas críticas nos Estados Unidos. Uma delas refere-se a seu caráter excessivamente institucionalizado, em que técnicos agrícolas e burocratas definiam os objetos de pesquisa e a prioridade dos assuntos a serem investigados. Outra crítica, relacionada à anterior, era que o sistema de pesquisa agrícola estava estruturado para beneficiar as grandes corporações e agroindústrias e não a maior parte do público interessado, que seriam os agricultores (SCHNEIDER, 1997).