terça-feira, 8 de dezembro de 2009
O que a criatividade não faz...
http://www.youtube.com/watch?v=sleM07zJeVg
Patrick Bohn
2 p PP
Publicidade em TV digital e por assinatura: crescimento à vista
Particularmente, gosto de ler essas publicações um pouco mais antigas sobre comunicação, é muito interessante para ver o que se pensava e qual foi a proporção de acertos dos autores, enfim ver realmente o que saiu do papel. A princípio o que me chamou mais a atenção foi o capítulo (por sinal o último) no qual o autor trata da HDTV, as experiências começaram na década de 70 e em 1987 já era uma tendência sendo testada, inclusive. O padrão mudou bastante, tanto que o conceito que se possuía de TV de alta definição emergia ainda do sistema analógico com a diferença de que na HD cada canal ocupava um espaço no espectro duas vezes maior do que na definição standard.
O desenvolvimento dessa tecnologia é antigo, mas teve o seu boom agora, durante a década de 90 praticamente nada se falou, mas agora tudo indica que estamos no caminho certo e ligeiro rumo à HDTV.
Outra questão levantada foi a que tange à TV por assinatura. Pude perceber que estamos ainda em fase de maturação. Em 1988 se falava em TV paga de uma maneira extremamente tímida, já era possível ver alguns canais pagos se consolidando no exterior e outros já estavam no seu auge (HBO, por exemplo). Mas no geral, era um negócio novo.
No Brasil dessa época TV paga estava muito distante. Muito mesmo. Mas na década de 80 ainda era tão jovem essa modalidade televisiva que canais como a HBO ainda transmitiam o seu sinal descodificado para as operadoras locais de cabo (qualquer pessoa que possuísse um antena parabólica captava os sinais sem nenhum problema ou barreira). Tudo ainda engatinhava. Creio que ainda há muito o que se desenvolver nessa modalidade, principalmente no que diz respeito a atividade publicitária. Vale lembrar que a TV paga já experimenta em algumas operadoras DTH (direct to home) da interatividade (como escolha de câmera nos jogos de futebol, por exemplo).
Continuando a falar do Brasil, agora que estamos experimentando de maior penetração da TV paga, de repente surgiram várias operadoras com preços acessíveis, democratizando assim essa modalidade televisiva, hoje é possível contratar um serviço com vários canais por aproximadamente 30 reais. Ou seja de repente o que era luxo se tornou acessível, a qualquer momento o mesmo pode acontecer com a TV digital. Precisamos estar preparados para essa propagação rápida da TV digital com toda a sua gama de recursos.
Rodrigo Toledo
2º Período PP
Marketing de Guerrilha
A idéia é semelhante aos "factóides" popularizados por um ex-prefeito do Rio de Janeiro. O objetivo é mostrar sua marca gerando eventos que possam ganhar espaço nos noticiários ou atrair a atenção direta do público alvo sem pagar espaços publicitários nas mídias tradicionais como rádio, televisão, jornais e revistas.
Uma reportagem da tradicional revista inglesa "The Economist" traz alguns exemplos interessantes de idéias usadas na divulgação de alguns sites. Em Nova York, por volta de oito mil carteiras foram espalhadas nas calçadas de Manhanttan. Ao invés de dinheiro, cheques ou documentos, os curiosos de Nova York encontraram dentro das carteiras um cartão com uma mensagem e o endereço do site CharityCounts.com, criado para receber doações para instituições de caridade.
No ano passado, um comboio de 20 carros amassados e soltando fumaça se arrastaram por ruas de Nova York e Los Angeles para promover o lançamento do Driver 2, um videogame de perseguição de carros. Mesmo as empresas tradicionais estão adotando este tipo mais ousado de propaganda. A Pizza Hut gastou U$ 1,25 milhões em um anúncio colocado em um foguete russo lançado ao espaço. A fronteira final também é tema de idéias meio malucas como transformar a Lua em um imenso outdoor usando projetores potentíssimos.
As "brincadeiras" e "factóides" estão sendo levados a cada vez mais a sério, pois de acordo com alguns especialistas, nos Estados Unidos, cada consumidor vê cerca de 1,5 mil mensagens comerciais diariamente. A crescente fragmentação causada pela quantidade excessiva de anúncios, diminui a eficiência de cada peça publicitária individualmente.
Outra vantagem do marketing de guerrilha, principalmente para as pequenas empresas, é o custo mais baixo. Distribuir brindes em locais freqüentados por seu público alvo, criar pequenos eventos para divertir e surpreender os futuros consumidores é infinitamente mais barato do que 30 segundos em horário nobre. Nas novas técnicas, a criatividade, ousadia, inteligência e planejamento são mais importantes que o dinheiro.
Mas, como sucesso de uma campanha de guerrilha depende de idéias originais, as besteiras são difíceis de ser identificadas antes de serem feitas. A Mattel, fabricante da Barbie, pintou uma rua toda de cor-de-rosa para promover a boneca. A ação, obviamente, irritou os moradores. Os consumidores sentiram que seu espaço foi invadido e o tiro saiu pela culatra. As iniciativas devem ser muito bem pensadas e realizadas com cuidado para passar sempre uma imagem positiva, fixando sua marca de maneira simpática e original.
Leonardo Padovani
Tempos Modernos. Versão Publicidade
Como sabemos, ela foi se evoluindo com o passar dos tempos, passando por crises, problemas, tornando-se forte e absoluta. Mas apesar dessa gigante evolução dentro do mercado, ela não está se mantendo atualizada perante as tecnologias que englobam nosso mundo e está ficando cada vez menos eficaz frente à solução dos problemas de seus clientes, ou seja, conseguir anunciar o produto para seu público-alvo.
A eficácia das máquinas industriais mostradas no filme de Charles Chaplin, foram majestades de sua época, como o modo de trabalho, onde cada pessoa tinha sua função e não fazia nada além disso, mais assim como o tempo foi se atualizando, a industrialização sempre manteve um passo a frente. Agora chegou a vez da publicidade, de inovar, ousar, subir um degrau acima no mercado. Mas para que isso ocorra, as agências deverão rever novamente suas práticas, melhorar ao máximo seus estudos para com seus clientes, e buscar nas novas tecnologias, formas novas de conseguir encantar o público-alvo conquistando novamente o reconhecimento que a publicidade sempre teve, que está um tanto borrado.
Dentre esses avanços publicitários, uma forma de mídia que está fazendo com que esse mercado quebre a cabeça, é com a tv digital. A dificuldade é inimaginável para conseguir produção de uma simples propaganda, pois com a tv digital, todo o conteúdo fica a critério do telespectador, que se não achar convencido, muito menos interessado, não assistirá a propaganda assim eliminando esse meio no qual a publicidade age à muito tempo. Uma entre muitas soluções, que inclusive foi citada em sala, diz respeito a tornar o vídeo publicitário no mais interativo possível, onde o consumidor possa saber tudo a respeito dele, visualizar outros caminhos que determinada campanha poderia elaborar durante esse vídeo, enfim, prover uma gama enorme de possibilidades para a interatividade atrair o público-alvo. Logicamente que com tanta interação e um formato novo de produção, tudo se tornaria bem mais caro pelo custo de profissionais envolvidos, e muitos outros fatores que abrangem a tv digital. Assim, com tanta modernidade em um horizonte inalcançável, podemos começar a repensar a publicidade, evitando a produção em série e a alienação, das quais são refletidas no filme “Tempos Modernos”, obtendo uma nova forma de produção publicitária, onde todos os processos estarão em constante harmonia trazendo o sucesso e a gratificação do cliente, de volta à tona. Sim, nós
Acadêmico: Gustavo Henrique Dal Pai
2º Período Publicidade e Propaganda
Releitura do jornalismo
O jornalista de hoje tem em seu futuro uma grande missão, conseguir informar com qualidade e credibilidade. Na grande rede mundial da internet, todos podem ser de certa forma “jornalistas”, pois conseguem informar através de sites até mesmo de relacionamento como o Orkut, porém um dos meios que hoje muitas pessoas utilizam para informar de forma rápida e para vários indivíduos ao mesmo tempo é o Twitter, nesta rede qualquer pessoa que tenha uma conta pode postar alguma notícia, e é neste caso em que nós futuros jornalistas devemos despertar, o fato de se fazer jornalismo deve a partir de hoje mudar.
Um dos maiores erros, que deverá ser mudado é o fato do profissional da comunicação se fazer parecer ao seu público, uma pessoa inalcançável. Alguém que só transmite e que não discute. Neste caso entra o fator de interatividade, o jornalista deverá fazer com que o leitor (telespectador, ouvinte, etc...) , sinta-se a vontade para dialogar com aquilo que o jornalista informou. A busca hoje do grande público está em também aparecer, como protagonista.
Outro fator com o qual nós comunicólogos devemos nos acostumar é o fato de deixar de lado nosso texto à vontade, para que possa existir alteração. Um grande exemplo é a ferramenta winkipedia onde uma pessoa posta o texto e este fica aberto a possíveis alterações.
Para que o nosso diploma realmente faça a diferença dentre tantas informações postadas a todo momento, é preciso que o jornalista seja criativo em suas pautas, busque fontes diferentes, evitando assim o fontismo e é claro o fazer um jornal para apenas uma pessoa e não ao público no geral.
O profissional deverá ainda mais, ser fiel ao leitor no sentido de trazer credibilidade a quem o acompanha. Os leitores já hoje, buscam ler um caderno de esporte por exemplo, não buscando o conteúdo daquele jornal, e sim quem o escreve. Pois todos os meios de comunicação provavelmente trarão as mesmas noticias e se for feita com maior criatividade e credibilidade acaba cativando.
Cada vez mais os meios de comunicação se tornam focados a um determinado público alvo e com a chegada dessas tecnologias e do jornalismo 2.0 os jornalistas terão também a missão do foco.
O jornalismo deverá se renovar a cada dia. Respondendo a pergunta feita no artigo de Marcio Flizikowski, “O desafio do jornalismo do sec. 21”, podemos dizer que haverá com a certeza o renascimento espetacular tal qual uma fênix. E isso claro, é mudado devido a grande exigência do próprio leitor. Que quer ter um texto completo e interativo.
As novas tendências do jornalismo
Disc.: Critica entre as Midias
Prof.: Katiuscia Fogaça
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As novas tendências do jornalismo
Uma nova estruturação nos meios comunicacionais esta sendo aplicada e crescentemente utilizada nos diversos veículos de comunicação do mundo. É o novo jornalismo 2.0, termo utilizado para definir uma nova técnica jornalística que aproxima o publico da informação, não mais como consumidor, mas também como produtor. As recentes tecnologias criadas para a produção de informação estão ajudando a difundir essa nova característica, pois o fácil manejo e manipulação dessas mídias permitem a captura de dados em qualquer lugar, a qualquer hora e por qualquer pessoa.
Esse é o principal tópico em debate sobre o assunto. Não existe uma pessoa devidamente formada para transformar aquela informação em conhecimento, porém elas são facilmente disseminadas na web através das redes sociais. Que trazem uma forma simples de postar “noticias” e transmiti-las a qualquer cidadão do mundo. E a internet cria um grande impacto nas outras mídias, já que possui fácil acesso e por ser mais procurada devido a sua maior instantaneidade na publicação de seus dados.
A informação passa a ser como o alimento ou a vestimenta, é necessário possuir algum atrativo para cair no gosto popular. E é esse atrativo que esta faltando no jornalismo diário, de uma grande parte dos veículos de comunicação. Nota-se que a forma clássica apresentada pelos jornalistas não estão mais agradando ao publico que descobriu o poder do celular e da câmera digital. Essas duas tecnologias se tornaram aliadas de qualquer criador de noticia.
Com isso um grande problema esta sendo analisado por estudiosos da área. Eles apontam o crescimento exacerbado de lixo eletrônico, já que qualquer acontecimento está registrado e vai para o computador de quem capturou as imagens. Por isso é necessário existir qualidade, credibilidade e acima de tudo veracidade no que se lança na web. Muitas informações serão publicadas e jogadas a massa por qualquer individuo que se sentir capaz de produzi-la. Dependerá do público atingido, escolher com responsabilidade suas fontes de informação.
Porém o papel do jornalista nessa nova era comunicacional, será mediar tudo o for publicada na mídia. Fazer um jornalismo responsável, com assunto e estrutura interessante buscando conquistar seus leitores, será o ponto chave para o jornalismo não ser engolido por qualquer individuo criador de informação. A busca por noticias factuais e verdadeiras é constante, mas será necessária uma adaptação na linguagem e na técnica das matérias para a captação de publico e adequação a nova estrutura da web. O nome do profissional se tornara sua marca e através dela ele será reconhecido nesse meio em transformação.
O Inimaginável pode ser Real!!!
Assista o vídeo http://www.youtube.com/watch?v=fgJ6DA50thw&feature=player_embedded
Também foi criado na Universidade de Hasselt (na Holanda), a primeira empresa especializada na fabricação de telas para embalagens, a Lumoza.
A tecnologia utilizada pela Lumoza permitirá embalagens mais chamativas, cujas telas poderão ser dobradas sem perder a funcionalidade. A indústria de Dvds já demonstrou interesse na novidade tecnológica.
As microtelas poderão ser utilizadas em roupas, cartazes, outdoors e nas embalagens de diversos produtos, podendo conter instruções de montagem de eletrodomésticos e brinquedos na própia caixa.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhf_ZfiK0mOtVwUUc6OcMjKJXGhLxpJWOcJrUzGEmEiDM91xGvMVMLzpJ_Vu9hLUaKQ2BHrMcUqpSVmi7Sx82DhIjG4EfPOxftyUC4S748gch1djxp2jHu6o1WW8mts0msD9cltym2_0aE/s1600-h/rotulo+animado.jpg
O mundo da publicidade é incrivelmente amplo, devemos buscar o inimaginavel, e fazer ele se transformar em algo real. Com o mundo da televisão digital eu não me espantaria se viesse junto com o meu novo tênis um mini LCD, passando o melhor do esporte.
Bruno Leonardo da Silva Mafra
2° Período Publicidade e Propaganda
Comparação e Crítica das Mídias
TV digital: publicidade irá muito além do comercial de 30 segundos
A chegada da transmissão digital aos lares brasileiros, marcada para 2 de dezembro, promete muitas mudanças na forma como vamos nos relacionar com a TV no futuro. Mas não é só o telespectador que deve sofrer os efeitos desta transformação: a publicidade terá que se reinventar, indo muito além do comercial de 30 segundos para aproveitar todos os recursos e superar os desafios deste novo canal de diálogo com o consumidor.Junto com a programação, as emissoras poderão enviar ao telespectador dados e aplicativos, o que significa que uma propaganda poderá, por exemplo, trazer informações adicionais sobre o produto anunciado ou sobre o anunciante, telefone de contato, endereço das lojas, entre outros dados relevantes para o potencial consumidor.
Mas este é apenas um exemplo simples do que a tecnologia pode oferecer. Com a interatividade, proporcionada por um canal de retorno - que possibilita a comunicação entre o telespectador e a emissora -, é possível ir muito além, concretizando a própria venda pelo controle remoto da TV.E isso não se restringe aos limites da tradicional “hora do intervalo comercial”. As ações de merchandising, que antes consistiam em tentar encaixar um produto dentro do contexto de um capítulo de novela ou entre uma e outra atração de um programa de variedades, ganham novos contornos com a TV digital.Se o usuário gostar da roupa que uma atriz está usando na novela, será possível, pelo menos tecnologicamente, comprar essa roupa em um clique. “Um ícone pode aparecer no canto da tela, indicando que a aquele produto está à venda. Quem quiser saber mais clica, quem não quiser continua assistindo a novela sem interrupções”, exemplifica Rodrigo Araújo, direto da EITV, desenvolvedora de software para TV digital.“A tendência é que a publicidade esteja cada vez mais dentro do próprio conteúdo”, define Cyd Alvarez, presidente da Associação Brasileira de Propaganda (ABP). Para as agências, isso significa estar mais perto do consumidor. Para as emissoras, novas possibilidades de faturamento. Para o telespectador, novos canais de acesso a produtos e serviços.
Mas se o futuro parece reservar oportunidades para todos, o presente ainda traz muitas perguntas sem resposta. A começar pela questão da interatividade, que não estréia junto com a inauguração da TV digital, no dia 2 de dezembro.Os primeiros aparelhos, que devem chegar à loja pouco antes da estréia do sinal, não trazem o software que permitirá rodar aplicativos e explorar as possibilidades de interatividade.Esse software, chamado Ginga, é como o sistema operacional de um computador - sem ele, não tem como rodar outras aplicações, como um processador de textos ou navegador de internet.As especificações do Ginga foram feitas no Brasil, por um grupo de pesquisadores locais, e, na prática esse software, mais conhecido como middleware, ainda está sendo testado. Os primeiros aparelhos com o Ginga embutido devem chegar apenas em meados de 2008, segundo projeções do Instituto Genius, uma das entidades que participa das chamadas implementações de referência. Segundo Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), esse prazo pode se estender ainda mais, para o final de 2008.Mesmo com a questão da plataforma de software resolvida, outros desafios se impõem aos anunciantes interessados em avançar no terreno da interatividade. Um deles é o canal de retorno. Para poder interagir em tempo real com a emissora - para fazer comprar pela TV, por exemplo, é preciso ter uma forma de enviar informações de volta à emissora.
Esse canal de retorno pode ser a internet, se o usuário tiver banda larga, ou uma linha telefônica (sistema usado pelas TVs pagas para que o usuário compre conteúdos por pay per view, por exemplo). No caso das TVs por assinatura, quem paga a conta desse canal de retorno é o provedor de conteúdo, mas para a TV aberta ainda não há modelo definido.Outra questão é como as emissoras, que até hoje basicamente enviavam informação, vão dar conta desses dados que voltam. “Imagine se dois milhões de consumidores resolverem comprar um produto ao mesmo tempo. Será que as emissoras têm estrutura para isso?”, questiona Alvarez, da ABP.Novos formatos de publicidade também devem surgir de carona nas aplicações. As emissoras poderão, por exemplo, vender espaços publicitários dentro da janela que exibe os resultados dos jogos durante uma mesa redonda ou as receitas, em um programa de culinária.“Se um usuário clicar entrar em um anúncio e comprar algo pela TV, quem vai cobrar? A emissora vende um espaço publicitário ou vai ficar com parte do lucro com a venda do produto? Os departamentos comerciais podem até estar vislumbrando essas possibilidades, mas nada está definido”, opina Mário Fried, gerente de projetos de TV Digital do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, o C.E.S.A.R.De cara, os anunciantes que quiserem tirar algum proveito da TV digital, terão que se preparar para produzir anúncios em dois formatos: o tradicional (4:3) e o widescreen (16:9), que se assemelha à tela de cinema. Do contrário, quem assistir o anúncio feito para TV convencional em TVs widescreen, verá tarjas pretas nas laterais e quem assistir anúncios feitos para TV digital em TV convencional, verá a propaganda com tarjas pretas em cima e em baixo, para completar o tamanho da tela.Produzir comerciais em alta-definição também é uma possibilidade, mas envolve custos. “As produtoras e agências terão que investir em equipamentos”, aponta Alvarez, da ABP. A veiculação de anúncios em alta-definição e com conteúdos interativos também deverá ter preços diferenciados, segundo José Marcelo Amaral, vice-coordenador da área de mercado do Fórum SBTVD e diretor de tecnologia da Record.“Para enviar dados ou utilizar alta-definição, o anunciante vai usar uma parte maior do meu canal, portanto a cobrança poderá ser feita pelo uso do espectro”, exemplifica o executivo. “O tempo de exibição do anúncio também terá que ser maior, afinal a interatividade terá que acontecer enquanto ele estiver no ar”, acrescenta Amaral.Apesar de todas as dúvidas, uma certeza prevalece entre os especialistas do mercado: a TV digital mudará radicalmente os paradigmas da publicidade. O comercial de 30 segundos, que reina absoluto como formato padrão de publicidade na TV, pode não morrer, mas perderá força, especialmente com a chegada de aparelhos que trazem gravadores integrados e permitirão ao consumidor simplesmente “pular” os intervalos. Se reinventar, será questão de sobrevivência para emissoras e anunciantes.
Lendo isto percebi que não somos apenas nós, estudantes de publicidade, que temos duvidas sobre o futuro da propaganda com a TV Digital, fica claro que ainda não se sabe exatamente como a mudança irá afetar o mercado publicítário, mas que haverão mudanças, grandes mudanças. Agora, nos resta esperar que a possibilidade de "pular" os anuncios durantes os intervalos não afete tanto os nossos pretendidos futuros empregos.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/11/24/idgnoticia.2007-11-24.5876066434/
Annelise C. Rhoden
A insatisfação dos clientes com os publicitários e o futuro da publicidade
A ideia atual da publicidade é comunicação segmentada, tanto em conteúdo e classes sociais, quanto em mídias, gerando assim um estudo prévio para que a campanha (ou peça) publicitária tenha mais efeito no seu público-alvo.
No entanto, não é só a parte do publicitário que está errada, pois muitas campanhas são bem feitas e atingem o seu público-alvo, porém o produto deixa a desejar, causando uma decepção no consumidor. Temos um caso conhecido em nossa cidade, que posso citar nesse texto, que é o caso da bebida Xima, que possui um comercial veiculado na TV que é muito bom, da vontade de comprar e consumir o produto, porém o sabor deixa a desejar.
O futuro da publicidade baseia-se na mídia colaborativa, onde a marca lidera ações junto ao seu público consumidor, como ações educativas, comunitárias, culturais e sócio-ambientais, tornando a internet e a comunicação digital (bem direcionadas) fatores chave para o sucesso da marca.
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Luis Gustavo B. L. Cordasso
2º Periodo - Publicidade e Propaganda FAG
Mário... o publicitário...
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Diego Garcia
2ºPP
Moscas como nova mídia?
Para promover e fazer com que as pessoas visitassem o stand uma editora chamada Eichborn (que usa como símbolo uma mosca) durante a Feira do Livro de Frankfurt, a agência Jung von Matt/Neckar resolveu inovar colando com cera pequenos banners em 200 moscas varejeiras que circulavam perto do stand e pousavam no seu “target” causando curiosidade.
Fernanda S. Castilho
2º Período Publicidade e Propaganda
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
2 anos de TV Digital no Brasil
Como todas as previsões tecnológicas, a previsão feita antes da primeira transmissão do sinal digital no Brasil, estimava-se que 6 cidades no Brasil teria o sinal digital, hoje já são mais de 27, ou seja o avanço tecnológico foi além do esperado. Hoje as Tvs de LCD, Plasma e LEDs são as Tvs de alta definição, o governo já estipulou que em 2011 todas as tvs saiam de fábrica com o conversor embutido para dar uma mãozinha com essa nova tecnologia. Embora faça 2 anos, ainda está muito inacessível os equipamentos para maioria dos brasileiros, sendo que uma Tv com conversor digital integrado sai por aproximadamente R$ 2.000,00. O grande barato dessa história é que, o mundo publicitário irá se revolucionar, a interatividade com o telespectador será muito ampla, ele poderá saber tudo sobre a novela que está assistindo, saber o que aconteceu no último capítulo que perdeu... e sem contar que poderá também, aproveitar e comprar um vaso semelhante ao que a atriz jogou contra seu marido traidor durante a novela... não seria demais? e aí quando ela clica no ícone do vasinho, aparece até um vídeo auto explicativo de como usá-lo. =P por uma pexinxa e ainda é entregue na sua casa!!! mas olha só... diga adeus aos comerciais chatos das casas bahia!
Matéria da GloboNews sobre o Aniversário da TV digital: (http://www.tvglobodigital.com/noticias/ler/geral/t_v_digital_completa_dois_anos_no_brasil_tire_suas_duvidas/151)
É tudo interativo!
Vamos a segunda parte agora, qual será o principal foco das publicidades? seria apenas um comercial de 30 segundos durante o fantástico ou a novela das 8? O Mercado está cada vez mais dividido, temos que ser mais articulados, saber lidar com situações inesperadas e satisfazer todo mundo!
Por conta desta segmentação, a internet é uma grande aliada as nossas ferramentas, com as redes sociais ficou fácil e rápido ter um contato e uma resposta mais rápida de nossos potenciais clientes/ou atuais clientes, para uma nova ideia de produto ou o que pode ser melhorado nele.
O mundo está cada vez mais interligado e concorrido, todo mundo aposta nas novas formas de publicidade para garantir seus clientes. Sendo por meio da TV, Celular ou até internet que já é um caso mais antigo.
Bom, podemos apostar que não fica só por aqui este desenvolvimento, o que será que nós, seres humanos, ainda poderemos criar? Ser inovador, criativo e persuasivo é uma necessidade de nós meros publicitários.
Aluno: Diego Garcia de Oliveira - 2º PP
A propaganda como meio de dominação
Aldous Huxley e George Orwell são dois escritores que tiveram visões sobre o futuro.
Nos dois livros a mente da população é manipulada pelos superiores.
Em Admirável mundo, de 1932, Aldous Huxley narra um hipotético futuro onde pessoas são pré-condicionadas biológicamente e condicionadas psicológicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas. A sociedade desse "futuro" criado por Huxley não possui a ética religiosa e valores morais que regem a sociedade atual.
Já o livro 1984 de George Orwell, publicado em 1949, retrata o cotidiano de um regime político totalitário e repressivo. No livro, Orwell mostra como uma sociedade oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela.
Neste vídeo abaixo Aldous Huxley comenta os dois livros, tanto o dele quanto o de Orwell.

O que acho muito interessante nesse pedacinho de entrevista que ele dá é o seguinte:
“Parece que os regimes totalitários do futuro não serão baseados em terror. Eles terão outros meios, como lavagem cerebral e PROPAGANDA, que serão bem mais eficientes e econômicos que o uso da força.”
São dois livros interessantíssimos que marcaram a história. Deveriam ser leitura obrigatória para muitos cursos superiores.
Os temas neles abordados remontam grande parte das preocupações ideológicas, como a liberdade individual em oposição ao autoritarismo do Estado.
Bruna Marchioro
Publicidade Exclusiva para o Youtube - Nintendo | Wario Land: Shake It
Dica: No fim do vídeo, clique nas peças e arraste- as ;)Francielle Sayuri
2 º Publicidad e Propaganda
Wikimapa - um exemplo de colaborativismo
Achei bem interessante esse tema, algo que foi bastante comentado na sala de aula, sobre colaborativismo na internet, e esse é um ótimo exemplo de colaborativismo, quem quiser contribuir e mapear alguma cidade aqui está o site : http://wikimapa.org.br/
Luiza Carboni
2PP
Confusões no ENEM
Inscritos no Enem 2009 aguardam começo do Enem 2009 em São Paulo
Manifestantes aproveitaram Enem para protestar contra governador Arruda
SP: MEDO DO CANSAÇODe acordo com assessoria de comunicação da pasta, dos 9.490 pontos de aplicação do exame, espalhados por 1.810 municípios, 20 localidades tiveram problemas, o que seria "estatisticamente insignificante".
Na Bahia, por exemplo, cerca de 80 candidatos tentaram fechar uma das pistas que dá acesso ao Centro Universitário Jorge Amado na tarde deste sábado. Segundo eles, o protesto se deveu a erro de impressão nos cartões de identificação. A PM (Polícia Militar) conseguiu conter o protesto. Com cartões errados, os alunos teriam ficado do lado de fora.
O MEC confirmou ter ocorrido problemas em Salvador, no entanto, apenas no local de prova da Fundação Visconde de Cairu. Segundo a assessoria da pasta, os candidatos foram transportados por van e fizeram o exame. O ministério informou que os estudantes cujo endereço estava incorreto no cartão de identificação e chegaram ao Centro Universitário Jorge Amado já haviam sido informados por, pelo menos, dois meios de comunicação - sms, carta ou telefone - do endereço correto.
Belo Horizonte foi palco de outra manifestação de estudantes atrasados para a prova. Eles chegaram a arrombar os portões da unidade do Centro Universitário Newton Paiva, localizada na Avenida Silva Lobo, região Oeste de Belo Horizonte.
Em São Paulo, cerca de 40 inscritos para a realização da prova do Enem na unidade da Uninove da Barra Funda se atrasaram e ficaram de fora. Os portões no local foram fechados às 13h e, depois, reabertos para a entrada de um grupo de vestibulandos. Na Unip Vergueiro, o portão foi fechado às 13h e também reaberto em seguida.
Atrasos também ocorreram por confusão com o horário oficial da prova, afirmou o ministério. Em Manaus, estudantes chegaram atrasados para a avaliação. O MEC informa que os alunos atrasados não fizeram o exame e que o comando geral para todo o país era invalidar o exame de candidatos que perderam a hora.
Os únicos casos em que o ministério aceitou justificativas de retardatários foram Brejetuba e Ibatiba, no Espírito Santo. Nas duas cidades, as chuvas impediram acesso aos locais de prova. Nestes casos, os candidatos devem fazer prova nos dias 5 e 6 de janeiro, data em que presidiários farão o exame .
Em Brasília, o protesto foi contra o governador do DF, José Roberto Arruda e a manifestação pegou carona na concentração de candidatos do Enem no UniCeub (Centro Universitário de Brasília). Eles pediam apoio ao grupo que está acampado na Câmara Legislativa.
obs: muitos estudantes estão protestando o enem, por ser uma prova muito extensa, e sem tempo suficiente para responde-la.
pessoas não conseguiram fazer a prova, pois nao achava suas respectivas salas, por erros nas indicações recebidas pelo correio. E agora pelo que parece, há erros nos gabaritos das provas do enem.
o que será feito em relação a isso? a prova do enem é uma avaliação eficaz e confiável?
Fabrício Duim Rufato
2°PP

Virgin America
A Virgin America é uma companhia aérea norte-americana, que prefere usar de redes sociais para fazer propagandas do que gastar muito dinheiro em outros meios, algumas das redes sociais que a empresa usa, é o Facebook e o Twitter, e eles também oferecem wi-fi gratuito durante os vôos.
A empresa mostra que tem um perfil diferente de outras companhias, ela se preocupa com o bem estar do passageiro, por isso criou o Flying Without Fear (Voando Sem Medo), que são cursos que a empresa oferece as pessoas, para perderem o medo de voar.
As empresas estão cada vez mais apostando na internet ao invés dos meios mais comuns, é meio arriscado optar só pela internet, mas é também muito mais prático e barato, e as pessoas ainda podem interagir com a empresa pelas redes sociais, é um bom jeito de ganhar confiança dos seus clientes, ou de conseguir novos clientes.
Luiza Carboni
2 PP.
Mais alguns ítens do MARKETING DE GUERRILHA
O termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros. Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais fraca contra uma mais forte. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem necessidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada na guerra de guerrilhas.
A Guerra do Vietnam é um exemplo típico no qual o exército regular dos Estados Unidos acabou vencido pela guerrilha vietnamita, embora aquele conflito tenha outros fatores e características bem próprios.
Termos de Marketing de Guerrilha
No Marketing de Guerrilha, os termos bélicos são traduzidos da seguinte forma (retirado do site da agência de marketing de guerrilha Espalhe)
Pequenos grupos constituídos ilegalmente - Energia em vez de dinheiro (não é preciso um mega orçamento para fazer sua marca ser vista, basta trabalhar com posicionamento e ferramentas de guerrilha de forma cosistente)
Desobediência às normas estabelecidas nas convenções - Métodos não-convencionais (no Marketing de guerrilha não se utiliza mídia regular/eventos tradicionais que consomem a maior parte da verba de marketing)
Extrema mobilidade - Resposta rápida ao mercado (sem grandes produções, pode-se implementar uma ação em poucos dias ou horas).
Conhecimento do campo de batalha - Conhecimento do público-alvo (fundamental para um "ataque" preciso)
Grande capacidade de atacar de surpresa - Ações surpreendentes (chamar atenção da imprensa e do público-alvo para que todos comentem)
Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O Marketing de Guerrilha, como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”. Levinson diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele menciona um artigo da Harvard Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing e táticas.
Porém, na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de martketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.
EXEMPLOS:
Responda rápido: por quantas mensagens publicitárias você é abordado por dia? Claro, impossível saber com a imensa quantidade de estímulos que recebemos simplesmente ao caminhar pela rua. Isso sem contar as informações despejadas pela televisão, jornais, cinema, internet e qualquer outro lugar onde tudo briga por ao menos um minuto da sua atenção.
A ânsia de causar algum impacto no consumidor é tanta, que os meios acabam se canibalizando. E não é preciso ir muito longe para ter exemplos disso. Passe por qualquer grande avenida da cidade e observe os outdoors. Colocam uns em cima dos outros e vários acabam sendo completamente escondidos pelo que está na frente. De qualquer forma, invariavelmente tudo acaba virando paisagem, após alguns dias, fazendo parte do mesmo cenário.
Isso não quer dizer que a mídia convencional seja ruim, pelo contrário, mas são métodos não tão mais eficazes como antes. A publicidade, como a conhecemos, necessita mais do que nunca do suporte de mídias alternativas, ações ousadas e outras ferramentas de comunicação.
Uma dessas novas fórmulas é o Marketing de Guerrilha, que tem como principal proposta fazer um barulho diferente dos outros. A função de uma boa ação de guerrilha é exatamente furar esse congestionamento do mercado - no qual milhares de produtos gritam por atenção - e posicionar a marca ali, na rua, lado a lado com o consumidor.
Isso se consegue com agilidade, ousadia e surpresa, que, ao invés de incomodar as pessoas com mensagens indesejáveis e interrompê-las durante sua leitura ou programa de televisão favorito, passa a colocá-las como parte integrante do meio gerando uma maior identificação com a marca.
O marketing de guerrilha tem como preceito gastar muito mais energia do que dinheiro, consumido aos milhões pelas gigantes campanhas convencionais. Outra vantagem é a resposta rápida que uma comunicação do tipo pode causar. O resultado é imediato, gerando muitas vezes repercussão em mídia espontânea devido ao ineditismo.
Um recente exemplo de marketing de guerrilha foi a fantástica ação desenvolvida para a rede de cafeterias Starbucks , nos Estados Unidos, pela agência Clear Channel Taxi Media. A idéia consistia em deixar copos de café "esquecidos" nos tetos de cerca de 50 táxis
A guerrilha se dá sempre assim, propondo formas básicas de comunicação e mídias baratas como adesivos, grafites e stencils em muros, lambe-lambe, ações de corpo-a-corpo, shows relâmpagos, instalações, projeções e etc.
Um exemplo de projeção vem da revista inglesa FHM, que precisava de uma ação que repercutisse na mídia nacional, promovendo a sua eleição anual das 100 mulheres mais sexy da Inglaterra. Para divulgar a edição e estimular as pessoas a votarem, foi projetada a imagem de uma das concorrentes preferidas, Gail Porter, nua no Parlamento inglês. Com ajuda de um plano de assessoria de imprensa específico, a ação atingiu 40 milhões de pessoas.
Isso se chama PR Stunt, uma das principais táticas do marketing de guerrilha para falar diretamente com o público-alvo e potencializar estes fatos na mídia. A Espalhe , agência de marketing de guerrilha do Brasil, criou um PR Stunt para o portal BrTurbo . O resultado teve ampla cobertura dos grandes jornais do país e totalizou 13 minutos de mídia não-paga na televisão.
A ação, que aconteceu em 2003 no centro de Porto Alegre, consistia em encher um saco de pipoca de
Ações de rua também são essenciais para um bom marketing guerrilheiro. Para o lançamento do seu canal masculino FX , a Fox mandou para as ruas mulheres em trabalho de homem. No lugar dos barbados, mulherões com minúsculos shorts e tops lavaram o pára-brisas dos carros nos principais sinais de trânsito de São Paulo.
Falando nisso, outra indispensável ferramenta para o marketing de guerrilha é a internet. Hoje em dia toda empresa, por menor que seja, tem uma presença online. O problema é que a grande maioria tem uma presença passiva, ou seja, não explora a principal competência desta mídia: a interatividade, a troca com a audiência. E é na internet que entra em ação o marketing viral, que faz com que as pessoas alastrem uma idéia espontaneamente. Isso pode começar por um arquivo mpg até um descanso de tela bonitinho, passando por filmes, fotos, blogs etc.
Coincidência ou não, as 5 marcas mais influentes do planeta foram construídas amparando-se também no marketing de guerrilha. De acordo com pesquisa da Brand Channel, divulgada na Isto É Dinheiro, as marcas são pela ordem:
1ª Apple - Utiliza blogs, virais e cartazes lambe-lambe. Sem absolutamente nenhuma propaganda veiculada no Brasil, transformou o iPod no maior desejo de consumo do país
2ª Google - Guerrilheiro por natureza. Pensa os produtos com criatividade de guerrilha. O Gmail, graças à sua concepção "por indicação", foi disputado em leilões no ebay.
3ª IKEA - Nos seus planos de comunicação sempre trabalha com guerrilha integrada à propaganda inteligente baseada
4ª Starbucks - Fez concorrência no ano passado para contratar uma agência de guerrilha e RP e sua última ação foi a já citada colagem de copos de cafés "esquecidos" em tetos de táxis.
5ª Al Jazeera - guerrilheira literalmente, desbancou a CNN na transmissão de conflitos no mundo árabe.
Enfim, fica claro que o marketing de guerrilha será uma ferramenta de comunicação obrigatória no futuro. Empresas que quiserem deixar suas marcas gravadas não só na cabeça, mas também no coração dos consumidores, terão que procurar alternativas às mídias convencionais.
No Brasil o marketing de guerrilha ainda está começando, ao contrário de países como Inglaterra, Estados Unidos e Holanda, onde as empresas já destinam parte de suas verbas apenas para ações guerrilheiras. Os anunciantes brasileiros têm medo de arriscar, de ousar e continuam achando que um folhetinho e um anúncio no horário nobre resolverão todos os seus problemas. Mas, felizmente, o caminho natu.
http://www.youtube.com/watch?v=Dj60M9Po-fM
Portanto, se você quiser adotar esse meio já, lembre-se:
- Torne suas fraquesas
- Ataque em um nicho tão pequeno que um gigante não veria;
- Aumente seu mercado ponto a ponto conquistando clientes face a face.
Patrick Bohn - 2º Período, Publicidade e Propaganda
Evolução da pandemia de gripe continua imprevisível, diz OMS
A evolução da pandemia da nova gripe continua imprevisível, pois pode se transformar em um tipo de infecção leve ou, pelo contrário, ser mais perigosa, afirmou nesta quinta-feira (3) o diretor adjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS), Keiji Fukuda. Diante dos casos - ainda isolados - de mutação do vírus A (H1N1), Fukuda disse que, por enquanto, é impossível prever o que pode acontecer. Afirmou que, em caso de mutação, "o vírus pode ser menos virulento, mas também há exemplos de vírus que começaram leves e depois se tornaram mais patógenos. Temos os dois tipos de exemplos". O representante da OMS afirmou que os países devem continuar cooperando para combater a atual pandemia. Revelou que, por enquanto, o organismo não tem planos para suspender ou diminuir o nível máximo de alerta sanitário que está em vigor desde junho em relação à gripe.
Campanha de vacinação
Fukuda disse que a transmissão do vírus é alta no hemisfério norte, mas a situação muda de acordo com o país, enquanto, no hemisfério sul, o número de casos continua em baixa. Sobre a campanha de vacinação, disse que foram distribuídos 150 milhões de doses em cerca de 40 países, sem reações adversas inesperadas entre as pessoas imunizadas. Em relação à porcentagem de pessoas infectadas, o especialista declarou que isso depende de diferentes fatores, como a idade. Nesse último caso, as crianças aparecem como um grupo especialmente vulnerável, principalmente quando estão reunidas em ambientes como escolas ou creches, com taxas que podem alcançar 30%, usando como referência a gripe sazonal, disse. Sobre os casos de resistência ao antiviral oseltamivir, Fukuda confirmou que foram verificados 96 casos no mundo, mas afirmou que este remédio continua efetivo contra a maior parte dos tipos de vírus detectados nesta pandemia.
Links das materias:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1393329-5603,00-OMS+DIZ+NAO+PODER+AVALIAR+IMPORTANCIA+DE+MUTACOES+DO+VIRUS+DA+NOVA+GRIPE.html
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1402240-5603,00-EVOLUCAO+DA+PANDEMIA+DE+GRIPE+CONTINUA+IMPREVISIVEL+DIZ+OMS.html
Ricardo Bilibio Marchiotti
2º Periodo - Publicidade e Propaganda
OMS diz não poder avaliar importância de mutações do vírus da nova gripe
Alguns casos de mutações no virus da gripe A foram identificados e confirmados na Italia, em Hong Kong e na Noruega. A OMS se pronunciou sobre o assunto e falou um pouco sobre a situação atual. Segue a reportagem e o link direto que pode levar tambem a outras reportagens especificas sobre as mutações:
O assessor especial sobre a pandemia da nova gripe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Keiji Fukuda, afirmou nesta quinta-feira (26) que a entidade não pode avaliar a importância das mutações detectadas no vírus A (H1N1) da nova gripe. "Neste momento, não podemos afirmar com contundência se as mudanças e mutações detectadas no vírus da nova gripe em vários países são fundamentais, se significam uma mudança significativa ou se vai piorar. Não temos certeza, e precisamos de mais informação", disse Fukuda, em teleconferência. "Precisamos identificar a mutação e, sobretudo, ter a imagem clínica, saber se o vírus modificado é mais severo ou não", disse. Em relação à vacinação e às reações alérgicas detectadas, especialmente no Canadá, Fukuda disse - categórico - que "são normais e nada incomuns". "Os índices de efeitos colaterais registrados são totalmente normais e estão em consonância com as reações adversas que acontecem com a vacina contra a gripe sazonal".
Detecção
Além disso, lembrou que foram administrados cerca de 100 milhões de doses em aproximadamente 40 países e que, na imensa maioria dos casos, não foram detectados efeitos colaterais.
"Os seis casos registrados no Canadá foram de um mesmo lote de vacinas administradas a mais de 100 mil pessoas que não desenvolveram nenhum sintoma. Portanto, devemos acreditar que os efeitos colaterais têm a ver com as condições prévias das pessoas e sua exposição ao vírus", afirmou. O assessor especial acrescentou que "devemos comemorar a rápida detecção e retirada do lote realizadas entre o governo e a empresa". Em referência à pandemia em geral, Fukuda disse que ainda não é possível afirmar que tenha chegado ao auge no hemisfério norte. Além disso, não quis fazer avaliações sobre como o vírus está atuando em geral no hemisfério norte, já que todo o inverno ainda está por vir na região. Fukuda também mencionou os casos de resistência aos antivirais, em sua maioria, em pessoas com problemas graves de imunodeficiência.
Ricardo Bilibio Marchiotti
2º Periodo - Publicidade e Propaganda
Na 'guerra' do verão, chinelos usam inovação e tênis para atrair consumidor.
De olho na chegada do verão, época em que as vendas costumam crescer até 40%, o segmento de sandálias de dedo prepara estratégias para conquistar a preferência do consumidor: mudança de imagem, cuidado na distribuição e até o desafio de fabricar produtos aos quais não estão habituados, como tênis.
Em busca do jovem
No caso da Rider, da Grendene, a estreia na produção de tênis esportivos - que já estão disponíveis no mercado brasileiro - é apenas a "ponta" de uma revolução conceitual para abandonar a fama de chinelo “tiozinho” obtida nos últimos anos e firmar posição como marca destinada a jovens ativos, atarefados e sem tempo para descanso.
Nacionalmente conhecida pelo modelo de tira única, solado "fofinho" e campanhas publicitárias embaladas por hits que remetiam à sombra e água fresca, a Rider renova o produto e aposta ainda em chinelos de duas tiras que em nada lembram o produto dos velhos tempos, e papetes.
Mudou também o modo de divulgar o produto: em vez das campanhas caríssimas com hits e figuras famosas como o tenista Gustavo Kuerten, a empresa se concentra em peças publicitárias mais curtas na internet e TV a cabo.
Diversidade
Para o consultor de comunicação e mídia da Alpargatas, Rui Porto, a entrada da Havaianas no mercado de tênis reflete tendência natural da empresa de buscar espaço em novos produtos e que deve ser consolidada nos próximos anos.
Ao alcance do consumidor
Outro artifício usado pelas fabricantes de chinelo é o gerenciamento das redes de distribuição: se antes o objetivo era vender o produto em massa por meio do varejo e supermercados, a estratégia agora é de segmentação: cada tipo de sandália pede um ponto de venda diferente.
Ricardo Bilibio Marchiotti
2º Periodo - Publicidade e Propaganda
Hotel customizado pela Levi´s na Alemanha
A marca de roupas Levi´s concretizou um projeto inusitado no coração da cidade de Frankfurt na Alemanha. O hotel 25hours Hotel Frankfurt Taliored by Levis foi transformado pela marca, e recebeu a customização voltada para uma atmosfera de conveniência para jovens viajantes.
A ideia surgiu do mesmo interesse e público-alvo das duas empresas. A busca por jovens criativos, independentes, originais e urbanos possibilitou essa parceria de um empreendimento estiloso. Muito interessante e certamente desperta a curiosidade e a vontade dos jovens.Read more: http://www.galoclandestino.com.br/2009/02/marketing-hotel-customizado-pela-levis.html#ixzz0Z0PdtWY6
Os quartos são divididos na relação com tamanhos de roupas, S, M, L, XL, todos com designs diferentes e tons de azul alternados. A decoração é um detalhe a parte, com muitos objetos que proporcionam conforto e conveniência. O hotel oferece no seu espaço comum, um snack bar 100% orgânico, estúdio de música, living room e um outdoor lounge na parte de cima do prédio. Maneiro.Read more: http://www.galoclandestino.com.br/2009/02/marketing-hotel-customizado-pela-levis.html#ixzz0Z0PhfOT3
domingo, 6 de dezembro de 2009
Vídeo da campanha da TV Globo sobre a chegada da Tv Digital no Rio de Janeiro.
Acadêmica: Veridiana Maier
2º Período - Publicidade e Propaganda
A publicidade 2.0 tem o dever de transmitir linguagens, dados e informações de forma mais dinâmica e intuitiva, onde os internautas reajam positivamente ao conjunto de ferramentas e plataformas vigentes na web. Tendo em vista, que os novos consumidores já nasceram neste ambiente de tecnologias, desenvolvimentos e convergência de mídias e, feliz ou infelizmente, não encontram mais tantas barreiras e dificuldades para esclarecer suas idéias e conceitos. Com isso, os paradigmas estão sendo quebrados a cada dia, e cabe aos publicitários juntamente com os anunciantes produzirem novas campanhas online e/ou offline, nas quais divulguem e manifestem tendências, e principalmente, mudanças de comportamento nos indivíduos, condizentes a evolução vivenciada. Afinal, essas pessoas estão saturadas da forma como são transmitidos os conteúdos e notícias e, por isso, primam por mais dinamismo e rapidez nas ações.
Os novos consumidores, já não possuem os mesmos hábitos de antes, pois, até as marcas que consomem, não correspondem as que seus pais e demais familiares utilizavam, ou seja, em dialeto publicitário, não são mais tão leais e muito menos fiéis aos bens de consumo.
Por fim, a publicidade 2.0 se faz superior em relação ao modelo anterior, devido a capacidade que o internauta tem de interagir com os produtos ou serviços, relatando seu grau de satisfação ou desaprovação em relação aos bens. Isso, por sua vez, acaba gerando um ambiente colaborativo, onde os internautas se unem a fim de esclarecer e propagar todo o seu relacionamento e experiência com determinada marca, gerando uma postura mais sólida entre anunciantes e consumidores, dando início a uma relação transparente e construtiva.
Acadêmica: Veridiana Maier
2º Período - Publicidade e Propaganda
Marketing de Guerrilha
A idéia é semelhante aos "factóides" popularizados por um ex-prefeito do Rio de Janeiro. O objetivo é mostrar sua marca gerando eventos que possam ganhar espaço nos noticiários ou atrair a atenção direta do público alvo sem pagar espaços publicitários nas mídias tradicionais como rádio, televisão, jornais e revistas.
Uma reportagem da tradicional revista inglesa "The Economist" traz alguns exemplos interessantes de idéias usadas na divulgação de alguns sites. Em Nova York, por volta de oito mil carteiras foram espalhadas nas calçadas de Manhanttan. Ao invés de dinheiro, cheques ou documentos, os curiosos de Nova York encontraram dentro das carteiras um cartão com uma mensagem e o endereço do site CharityCounts.com, criado para receber doações para instituições de caridade.
No ano passado, um comboio de 20 carros amassados e soltando fumaça se arrastaram por ruas de Nova York e Los Angeles para promover o lançamento do Driver 2, um videogame de perseguição de carros. Mesmo as empresas tradicionais estão adotando este tipo mais ousado de propaganda. A Pizza Hut gastou U$ 1,25 milhões em um anúncio colocado em um foguete russo lançado ao espaço. A fronteira final também é tema de idéias meio malucas como transformar a Lua em um imenso outdoor usando projetores potentíssimos.
As "brincadeiras" e "factóides" estão sendo levados a cada vez mais a sério, pois de acordo com alguns especialistas, nos Estados Unidos, cada consumidor vê cerca de 1,5 mil mensagens comerciais diariamente. A crescente fragmentação causada pela quantidade excessiva de anúncios, diminui a eficiência de cada peça publicitária individualmente.
Outra vantagem do marketing de guerrilha, principalmente para as pequenas empresas, é o custo mais baixo. Distribuir brindes em locais freqüentados por seu público alvo, criar pequenos eventos para divertir e surpreender os futuros consumidores é infinitamente mais barato do que 30 segundos em horário nobre. Nas novas técnicas, a criatividade, ousadia, inteligência e planejamento são mais importantes que o dinheiro.
Mas, como sucesso de uma campanha de guerrilha depende de idéias originais, as besteiras são difíceis de ser identificadas antes de serem feitas. A Mattel, fabricante da Barbie, pintou uma rua toda de cor-de-rosa para promover a boneca. A ação, obviamente, irritou os moradores. Os consumidores sentiram que seu espaço foi invadido e o tiro saiu pela culatra. As iniciativas devem ser muito bem pensadas e realizadas com cuidado para passar sempre uma imagem positiva, fixando sua marca de maneira simpática e original.
OBS: o marketing de guerrilha é uma nova tendência que as agências de publicidade vem adotando, pelo seu impacto ao publico e por ter um custo muito baixo. a criatividade, ousadia, inteligência e planejamento, são as principais ferramentas utilizadas nessa nova técnica, são estratégias que fogem do convencional e você não imagina que esta sofrendo uma influência do marketing, atraem mídia espontânea e deixam um grande questionamento no publico. estratégia de grande impacto e divulgação barata. na nossa opinião essa é uma tendência que veio para ficar.
Ana Paula Becker Cornelli
Linicker Lara
2º periodo de Publicidade e Propaganda
professora, mandamos uma reportagem no email do blog, pois não estavamos conseguindo entrar.
Estúdio Tatoo Sansung Corby
O processo para tatuar é o mesmo, mudando só a forma como é “tatuado” no celular. Você troca uma idéia com o tatuador, ele desenha no papel, passa pro computador e uma máquina de mais de 200 kg passava à laser os desenhos de Marco para a capa do celular.
No site www.tatueseucelular.com.br você acompanha como foi toda essa viagem através de fotos e uma websérie com a presença de Jimmy do Matanza, Gabi, Lia, Guima e várias pessoas que fizeram a tatoo nas ruas.fonte:http://www.simviral.com/2009/12/estudio-tatoo-samsung-corby/
Tá aí pessoal, um exemplo da customização que a gente comentou em sala, as pessoas querem cada vez mais um produto exclusivo, personalizado, e essa ideia da Sansung acho que foi direto na veia de tudo isso.Achei bem interessante.
Francielle Sayuri
2º Publicidade e Propaganda
O segredo do Google revelado!
http://www.insideyoursearch.com/
A marca Weetabix, que fabrica diversos produtos à base de cereais (que proporciona vários benefícios para o corpo), criou um hotsite viral chamado “Inside your Search” (http://www.insideyoursearch.com/) onde mostra qual o verdadeiro segredo de toda a agilidade do Google.
Super criativo! E detalhe: cada vez que tu abre a página, a busca é diferente, fazendo com que as "ações" da mulher mudem! :)
Peguei do site http://comunicadores.info
Dêem uma olhada lá, aposto que vocês vão gostar! O site é cheio de propagandas criativas e diferentes!
Bárbara Gerhardt
2º período Publicidade e Propaganda
sábado, 5 de dezembro de 2009
Publicidade no celular!
O fato é que as pessoas estão cansadas dessa avalanche de publicidade estática e de massa, estando dispostas a conhecer novas formas de comunicação das suas marcas preferidas. Essa disposição é comprovada por pesquisas feitas, principalmente, em países onde a publicidade em celulares está num estágio bem mais avançado do que no Brasil.
A infinidade de oportunidades que estas ações possibilitam, fazem com que se tenha uma avaliação altamente positiva na comunicação das empresas para com seus consumidores. Informação e conteúdo irão chamar muito mais a atenção dos consumidores do que uma simples propaganda direta.
Receber pelo celular informações sobre shows, notícias do time de futebol preferido etc., vai gerar um impacto maior no consumidor, pelo simples fato de ser uma informação útil. Sem esquecer que as marcas que utilizarem estas ações, irão se eternizar de forma positiva na mente de seus consumidores.
Mas e o mercado brasileiro?
Muitos motivos levam a crer que o uso do celular na publicidade será um “boom” na publicidade brasileira, por exemplo: O esgotamento do modelo atual de publicidade, já que os outdoors causam uma enorme poluição e são dirigidos a um público de massa; Interatividade, pois o público busca novos conceitos de comunicação; e Segmentação, onde a publicidade de massa está sendo substituída por uma de alto impacto e efetividade. E apesar de todos esses pontos favoráveis, é importante ressaltar alguns fatores que podem dificultar o crescimento, como o fato do brasileiro utilizar só 70 minutos mensais o celular, contra 822 minutos mensais dos estadunidenses, e o alto custo do serviço (SMS marketing no Brasil R$ 0,30 e na Argentina R$ 0,09), refletindo na quantidade de SMS enviadas em cada país. Mas mesmo assim, se afirma que o mercado brasileiro vai alcançar a liderança em publicidade no celular até 2010, por termos uma publicidade bastante criativa.
A publicidade no celular vai vingar, sim. Será possível graças à mobilidade e à interatividade. E estas duas palavras mágicas só são encontradas no celular. É a mais pura evolução do marketing.
fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/6369/publicidade_no_celular_vai_acontecer_no_brasil
E aí, gente? Alguém ainda tem dúvidas que a publicidade no celular vai vingar?
Eu aposto totalmente nesse modelo de publicidade! Sem contar que brasileiro adora, se acostuma e aprende a gostar muito fácil de qualquer novidade!
(peguei o texto e dei uma super mastigada nele, espero que curtam!)
Bárbara Gerhardt
2º período Publicidade e Propaganda
Novas Tendências na publicidade
Não há como falar em novas tendências na publicidade sem falar nas inovações que a internet esta trazendo e no marketing viral.
Second Life é uma dessas novas tendências que mistura os dois. O second life teve inicio a pouco tempo, e graças a divulgação "boca a boca", emails virais e recomendações pessoais já é a nova sensação da internet. Com todo esse sucesso e buzz gerado, não demorou muito tempo para que a publicidade resolvesse utilizar o potencial do second life para promover marcas, produtos ou serviços.
Há menos de um mês, houve um boom de empresas criando espaços virtuais no second life, oferecendo jogos, roupas e muitas outras coisas. Um exemplo é ação da Construtora Tecnisa, que gastou 15.000 reais para comprar um terreno e criar um ambiente virtual, que conta com maquetes dos edifícios reais da empresa. Nessa sede virtual, a tecnisa ainda conta com um corretor online (fonte: Jornal Gazeta Mercantil, 9 de abril de 2007, Ed. Administração e Serviços).
O Second Life é só um exemplo das novas atuações da publicidade. As novas tendências da publicidade são de atuar em sites de Social Search (como wikipedia, flickr, linkdl, orkut e muitos outros) e em qualquer outro meio que exista a coloboração dos usuários, pois os usuários são mais abertos a comunicação, e a interação com a marca pode criar uma intimidade com os consumidores.
Mas esse tipo de ação deve ser feita sempre com muito cuidado, pois como essa nova tendência conta com a participação dos potenciais consumidores (totalmente web 2.0), sempre que se cria uma ação deve-se oferecer algo útil, divertido ou de entretenimento. Isso deve ser assim, pois quem determina que mensagem faz sucesso, viralizando e transmitindo adiante são os usuários. Se eles percebem que isso é um tipo de propaganda, além de não passar a mensagem, podem maldizer a marca.
Isso representa um desafio e dá mais possibilidades à criação publicitária.
Fonte: http://olhandopublicidade.blogspot.com/2007/04/novas-tendncias-na-publicidade-second.html
Mayara Oro
2º PP
Como escolher o televisor digital?
| Como escolher seu televisor digital |
O dia 2 de dezembro de 2007 representa um marco na história das telecomunicações em geral, da radiodifusão em especial e da TV aberta um divisor de águas. Nesta data o Brasil entrou definitivamente na era da TV Digital, Livre, Aberta e Gratuita. Não é uma simples troca de tecnologia, trata-se de uma nova mídia à disposição do mercado. O modelo de negócio da TV analógica, baseado na mídia de entretenimento, esgotou-se e deu lugar a um novo modelo, que mantém a característica de entretenimento, mas incorpora uma componente de negócios online e em tempo real. É como se as agências estivessem na palma da mão dos empreendedores, 24 horas por dia, 365 dias por ano. Mas para usufruir dessas vantagens temos que assistir aos programas em uma tela e ouvir o áudio nas caixas acústicas. É bom lembrar que poderemos ter até seis caixas acústicas para compor um som envolvente. A finalidade desse texto é dar algumas dicas para o futuro telespectador tomar a decisão certa na hora de escolher o seu novo televisor dentro da melhor relação custo benefício. |
Leonardo Padovani
A diferença entre Publicidade e Propaganda
Publicidade é a criação e a distribuição de mensagens de vendas eficientes, para públicos selecionados.
Propaganda é a criação e a propagação de mensagens ideológicas, religiosas e políticas.
A diferença é simples: Propaganda é política e religião e Publicidade é comunicação comercial.
É assim no Mundo todo.
Em todos os países que pesquisarmos, Propaganda é comunicação ideológica, que busca conquistar a fé.
Enquanto que a Publicidade visa conquistar as compras, pelos consumidores.
Na Itália é Publicittá, nos países de língua espanhola é Publicidad, em inglês é Advertising, em línguas nórdicas e eslavas é Reklama, sempre que a comunicação objetiva vendas. Muitos países usam Advertising.
E é Propaganda, em todos os países, quando busca a adesão pela fé ou pelo voto.
Para conferir meu comentário, sugiro pesquisar na amazon.com sobre os ítens que existem em Publicidade e Propaganda. Basta ver os títulos dos livros ou seus resumos, para compreender a diferença.
Como mudar isso, no Brasil?
Bem, já começou, aos poucos,
A ABAP passou a ser Associação Brasileira das Agências de Publicidade (era de Propaganda).
O CONAR é Código de Auto-Regulamentação Publicitária.
Creio que caberá aos publicitários mais jovens promover esta mudança nevessária.
Policiando-se quanto ao uso equivocado dos termos e passando a praticar o correto.
Fabio Sorbara Insfran
2 Publicidade e Propaganda.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
O futuro da publicidade -resumo da materia-
Pensar na publicidade padrão (basta só lancar um comercial de 30 segundos em horario nobre para ter sucesso) tambem nao é mais possivel.
O granda avanço das tecnologias obriga a publicidade a se reinventar.
É uma questao de tempo para que toda a população tenha um computador com acesso a internet dentro de casa, todos acessando ferramentas como twitter, orkut e blogs. Some isso a novissima TV digital, com inumeras possibilidades.
O que parece é que a publicidade tera uma força enorme no futuro, com tantas areas para se explorar, parece que vai ser impossivel fugir da publicidade.
Isso pode ser verdade, mas é preciso ter cuidado, para nao espantar o cliente em vez de traze-lo mais para perto.
A palavra da vez é segmentação, a sociedade cada vez mais se divide em muitos grupos culturais. Cada um deles com seus gostos e preferências próprios. Como atingir esse publico-alvo, e como fazer ele comprar sua ideia?
Ai é que entra todo o potencial das novas tecnologias, a ferramenta internet deve ser explorada ao maximo para realmente entender seu cliente. As ferramentas colaborativas da internet ajudam muito. Tanto em blogs, como no orkut ou no twitter, é possivel chegar a ter um contato quase pessoal com o cliente, saber o que ele deseja, o que ele pensa.
A interatividade da TV digital tambem parece algo incrivel, o que dizer de uma tv onde voce pode fazer compras ou influenciar diretamente no final de um filme?
Bom, nao sabemos se sera mesmo desse modo, mas é algo que precisamos analisar muito bem. Como sera feita a publicidade na nova TV? Onde serao encaixados os tao "chatos" comerciais? Com a melhoria da definição e qualidade de imagem, quais serao os novos padroes esteticos da TV? O que pode e nao pode ser feito?
As perguntas se alongam enquanto pensamos em todas as possibilidades para o futuro da publicidade. O que podemos fazer por agora, é estar sempre informado, sempre conhecendo o novo, sempre inovando.
Pois esse é um dos papeis da publicidade
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Foi mais ou menos essa a discussao feita ao longo do semestre, pelo menos foi isso que eu tirei dela.
espero que tenham gostado e até a proxima
Edmar Danilo Prigol Filho
2 PP
Resumo aula - Publicidade Colaborativa
A nova onda é a publicidade colaborativa. Começou como brincadeira de pessoas que faziam vídeos e jogavam na internet. Agora está virando coisa séria. O princípio é o mesmo: o usuário é produtor de conteúdo.
Foi matéria da Época: Mais que uma iniciativa independente de alguns surfistas da web, esse tipo de publicidade vem atraindo a atenção de algumas empresas. Elas perceberam o potencial do chamado marketing viral da internet. Viral porque alguns vídeos, músicas ou sites se disseminam tão rapidamente como vírus. As pessoas vêem, se empolgam e enviam a outras. Já há casos de empresas que apostam mais na criatividade dos internautas que nas agências de publicidade tradicionais.
O legal é que esse tipo de publicidade pode falar mais verdades que a propaganda tradicional!
Dia Mundial da Publicidade e da Propaganda
Atualmente, está tudo tão indissociável que não conseguimos imaginar o mundo sem publicidade… qualquer que seja a sua forma!
A publicidade é muito mais do que tornar público um produto, uma ideia ou um serviço.
A publicidade de hoje joga com as emoções, os anseios, as necessidades, os preconceitos e com todo o tipo de sentimentos que possam ser expressos nas suas mensagens.
A publicidade tornou-se um mundo. Para quem o imagina, para quem o cria, para quem faz parte dele e para quem é destinada.
A publicidade já faz parte de nós e será sempre para nós.
A publicidade celebra-se hoje no Dia Mundial da Publicidade e Propaganda.
Cá estamos para recordar e homenagear esse grande ato de criar – a Publicidade!
Parabéns a todos que fazem parte desse mundo PUBLICIDA E PROPAGANDA!
Juliana Tauffer
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
GOOGLE ADWORDS
Como boa parte das pessoas ainda não sabe bem o que é aqui eu trago um breve texto da apresentaçao do AdWords.
O Google AdWords tem como objetivo fornecer a publicidade mais eficaz disponível para empresas de todos os tamanhos. Nosso compromisso é ajudar você a atender suas necessidades de aquisição de clientes, permitindo que você:
*Atinja pessoas que buscam seu produto ou serviço
*Tenha controle total sobre seu orçamento publicitário
*Crie e edite seus anúncios com facilidade
*Veja seus anúncios no Google poucos minutos depois de criá-los
*Com o AdWords, você acessa, 24 horas por dia, 7 dias por semana, relatórios detalhados de desempenho que o ajudam a acompanhar a eficácia de suas campanhas.
Também procuramos oferecer a você o serviço de atendimento ao cliente mais cordial e inteligente possível. Você pode esperar uma resposta imediata às perguntas em seu e-mail no prazo de um dia útil. Leia mais para saber o que o AdWords pode oferecer a você.
Pra quem quer ler mais o link tá aqui
https://www.google.com/intl/pt-BR_br/adwords/select/advantages.html
Djeini C. Tfardoski
2 PP

