Ao efetuarmos a leitura do texto “O vírus invisível”, desenvolvido por Fernando Barros, verificamos que se tratava do questionamento de quem seria o responsável pela a divulgação dos dados numerosos de casos e mortes provocadas pelo vírus A(H1N1), além de todo o contexto a ser tratado.
Podemos perceber que não há posicionamento do autor quanto a sua opinião a respeito do assunto. Pois ele mencionava no texto nas primeiras partes, que hoje temos uma liberdade de expressão e direito a informação, alegando que por termos essas ferramentas tecnológicas, conseguimos nos informar sobre o assunto mencionado no texto, sem que haja uma concentração de informações nas mãos dos órgãos públicos. Criticando a ideologia governamental por querer aprisionarem os fatos sendo ponto de partida para divulgação de estatísticas.
Mas logo a frente ele torna a citar que a mídia espalhou a notícia sobre o caso “gripe suína” de forma assustadora para a população, defendendo a ideia de que há um despreparo por parte dos meios de comunicação em expor as informações, isto acontecendo porque existe muita facilidade de acesso a tecnologia para a sociedade, que utiliza-se destas para trocarem informações sobre os fatos, o que acaba dificultando a garantia de crédito nas informações transmitidas pela mídia.
Por fim, o autor considera que os profissionais de comunicação social é que tem o papel de selecionar, analisar e garantir a qualidade da informação a ser passada para a sociedade, mas não citando qualquer solução para que isso ocorra.
Podemos perceber que não há posicionamento do autor quanto a sua opinião a respeito do assunto. Pois ele mencionava no texto nas primeiras partes, que hoje temos uma liberdade de expressão e direito a informação, alegando que por termos essas ferramentas tecnológicas, conseguimos nos informar sobre o assunto mencionado no texto, sem que haja uma concentração de informações nas mãos dos órgãos públicos. Criticando a ideologia governamental por querer aprisionarem os fatos sendo ponto de partida para divulgação de estatísticas.
Mas logo a frente ele torna a citar que a mídia espalhou a notícia sobre o caso “gripe suína” de forma assustadora para a população, defendendo a ideia de que há um despreparo por parte dos meios de comunicação em expor as informações, isto acontecendo porque existe muita facilidade de acesso a tecnologia para a sociedade, que utiliza-se destas para trocarem informações sobre os fatos, o que acaba dificultando a garantia de crédito nas informações transmitidas pela mídia.
Por fim, o autor considera que os profissionais de comunicação social é que tem o papel de selecionar, analisar e garantir a qualidade da informação a ser passada para a sociedade, mas não citando qualquer solução para que isso ocorra.
Resumo das aulas
Paulo Henrique Cigognini - 2º PP Noturno

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