Veja o ponto a ponto da reforma eleitoral aprovada na Câmara
SÃO PAULO - A reforma eleitoral aprovada nesta quarta-feira, 8, pela Câmara liberou a propaganda na internet, autorizou também a pré-campanha para a realização de prévias, entre outras medidas. Confira abaixo os principais pontos aprovados.
1. Propaganda na internet está liberada em portal do partido ou do candidato, nas páginas de relacionamento da rede, como Orkut e Twitter, em blogs e por meio de mensagens eletrônicas.
2. É permitida a pré-campanha para a realização de prévias, reuniões em locais fechados e entrevistas em que a pessoa pode se anunciar como candidata.
3. Debates no rádio e na TV - e agora também na internet - para os cargos majoritários (governador, senador e presidente) poderão ser realizados com a presença de no mínimo dois terços dos candidatos, não sendo mais necessário o comparecimento de todos, como é atualmente.
4. O uso da internet está proibido por parte de empresas ou órgãos da administração direta e indireta da União, Estados e municípios. A multa para quem desobedecer a determinação vai de R$ 5 mil a R$ 30 mil.
5. Será permitida a doação de valores para as campanhas por pessoa física, por intermédio do crédito, limitada a 10% da renda bruta anual. Veículos e imóveis que forem emprestados a um candidato não poderão ter valor superior a R$ 50 mil.
6. A responsabilidade legal - até mesmo civil e trabalhista - cabe exclusivamente ao diretório nacional, estadual ou municipal que tiver violado o direito de alguém.
7. O direito de resposta para quem se sentir agredido, em qualquer meio, terá prioridade sobre os demais processos em exame pela Justiça Eleitoral.
8. A propaganda nos jornais impressos poderá ser feita por no máximo 10 inserções em cada veículo, devendo constar obrigatoriamente quanto custou a compra daquele espaço.
9. A propaganda que aparece nas páginas dos jornais impressos poderão ser reproduzidas nas páginas dos respectivos veículos na internet. Mas ninguém pode comprar espaço exclusivamente na web.
10. Não será permitida propaganda eleitoral nas árvores e jardins localizados em áreas públicas, muros, cercas e tapumes divisórios. Estão liberados cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuição de material de campanha e bandeiras ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não atrapalhem o trânsito. Os trios elétricos continuam proibidos, exceto para sonorização de comícios. Os showmícios também não podem ser realizados.
11. Na eleição do ano que vem o eleitor terá de apresentar um documento com fotografia. E, a partir de 2014, todos os votos eletrônicos serão também impressos e poderão ser vistos pelo eleitor no momento da votação. Destes, 2% serão auditados pela Justiça Eleitoral.
Com isso fica claro, o direito de expressão, nas propagandas eleitorais, concordo plenamente com a propaganda liberada na internet, pois com a modernização dos meios de comunicação, é essencial que junto a isso a política também se modernize, alcançando o publico jovem, e de certa forma as pessoas em geral.
Comparação e Crítica das Midias
Professora Katiuscia Fogaça
Acadêmico: Fabrício Duim Rufato
2º Periodo de Publicidade e Propaganda
terça-feira, 15 de setembro de 2009
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colocou o mesmo texto que eu, mais com opinião diferente HIEUAHE
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirNão gosto de politica e acredito que a maioria dos jovens também não gostam, não gostei da ideia de colocar propaganda eleitoral na internet, ainda mais colocar isso em rede de relacionamentos, uma coisa tem nada a ver com a outra. Acho tudo isso uma grande bosta, fim.
ResponderExcluirMayara Oro - 2º PP
O conflito de informações (e de opiniões) é possível numa visão "democrática", de relação, onde o conflito de verdades dá espaço para o debate. O debate é essencial para construção de uma sociedade verdadeiramente democrática. Não apenas no nome, mas nas atitudes.
ResponderExcluirProfa. Katiuscia Fogaça
O problema é que os políticos sempre são vistos como corruptos e desonestos. Na busca incessante de votos, eles acabam fazendo tudo o que qualquer um sabe que não pode, mas faz (comprar votos, ter "ficha suja" na justiça, entre outros). Até então, alguém vai acabar sendo eleito. E o outro problema é que neste país (que tem memória curta) a maioria dos eleitores nem sequer lembra de qual candidato votou da última vez, quem dera lembrar de suas propostas. E se lembra, de quem cobrar? Essas tantas reformas brasileiras abrem discussões, mas não consigo ver alguma mudança democrática. Percebo que a única intenção de fazer propaganda eleitoral pela internet é a de se aproximar dos jovens, que estão cada vez mais distantes do meio político. Não concordo com a propaganda eleitoral na internet, sendo que já não concordava com a panfletagem pois ficam "emporcalhando" por tudo (e a responsabilidade ambiental fica aonde?), e agora não vai ser diferente na net, que inclusive era o único "refúgio" para aqueles (como eu e a Mayara) não gostam de política, participo porque sou obrigada a cumprir a tal da cidadania, e reclamo quando tem buracos no asfalto... pô, pago um monte de impostos! Se eu faço as minhas obrigações de cidadã, por que eles não fazem como políticos?! Claro que não é justo reclamar sem participar. Mas nessas horas me vem a cabeça uma frase que vi e concordo plenamente: "não é com política que iremos fazer um mundo melhor, mas com atitude e principalmente, educação."
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